brasil1970

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Terceira camisa da Portuguesa


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Fiquei surpreso quando vi esse primeiro desenho do terceiro uniforme da Portuguesa. Não é a primeira vez que a Lusa vai usar uma camisa negra, mas desta vez a Penalty/Cavalera caprichou no design. O grande desenho da Cruz de Avis (que representa a independência de Portugal do Reino de Castela em 1385), símbolo da Portuguesa, negro, no peito, ficou muito bacana, praticamente rock'n'roll. As golas também deram um charme especial à camisa.

O clube usou um sistema de votação entre seus torcedores para definir a cor do terceiro uniforme. Entre as opções, azul, laranja e preto. Ainda quero ver a camisa ao vivo, mas se a primeira impressão for a que ficar....

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Série "Campeões Mundiais": Uruguai 50

Por causa da 2ª Guerra Mundial, as Copas do Mundo de 1942 e 46 foram canceladas, voltando a ser disputada em 1950. O país escolhido foi o Brasil, já que a Europa ainda se reestruturava do conflito. O torneio contou com 13 times num sistema de grupos.

Na 1ª fase, o Brasil venceu o México por 4 a 0, empatou com a Suiça por 2 a 2 e venceu a Iuguslávia por 2 a 0, classificando-se para o quadrangular final, junto com Uruguai, Suécia e Espanha.

A Seleção Brasileira (que ainda não era Canarinho) não tomou conhecimento dos suecos (7 a 1), nem dos espanhóis (6 a 1). Com essas duas goleadas obteve a vantagem do empate na decisão contra o Uruguai, que empatara com a Espanha (2 a 2) e vencera a Suécia (3 a 2).

No dia 16 de julho de 1950, quase 200 mil pessoas assistiram uma das maiores tragédias do futebol brasileiro. Após abrir o marcador com Friaça aos dois minutos do 2º tempo, o Brasil sofreu o empate aos 21, gol de Schiaffino e a virada aos 34 minutos, com o carrasco Ghiggia.
Estava decretado o Maracanazo e a seleção uruguaia conquistava seu 2º título mundial.




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Os Uruguaios foram campeõs usando a tradicional camisa azul com a gola "V" branca. Ao contrário do que vemos nas réplicas de hoje, a original não tinha escudo. Detalhe para o número vermelho que achei fantástico.

Camisa do Uruguai bicampeão mundial em 50
 

opa Libertadores da América 1995

Grêmio, campeão da América em 1995.

Houve um tempo em que a Penalty fazia camisas sensacionais e era responsável pelos uniformes das principais equipes do futebol brasileiro.

São Paulo, Atlético-MG, Vasco, Botafogo, Bahia, Coritiba, Corinthians, Fluminense e Goiás, entre outros, tiveram versões maravilhosas desenhadas pela Penalty.

O Grêmio não fica de fora dessa lista. A foto que ilustra o início deste post é de 1995 - ano inesquecível para os gaúchos.

Ao contrário do que possa parecer, não é sobre a Penalty ou o título que eu vou falar, mas tem a ver com essa camisa.

No sábado (12) o Grêmio prestou uma homenagem a um de seus grandes ídolos. Danrlei se despediu dos gramados em uma partida amistosa entre os campeões de 95 e os amigos do goleiro.

Danrlei: 594 jogos e 12 títulos no Grêmio.


Para a festa, a Puma - atual fornecedora de material esportivo da equipe gaúcha - preparou uma surpresa para o torcedor.

Seguindo a linha retrô, a fábrica alemã lançou uma réplica do clássico modelo da Penalty. Até a camisa do Danrlei é igual à da época em que os gremistas conquistaram a América.

Adílson Batista, capitão da equipe campeã em 95.

Alguns detalhes não foram esquecidos, como aqueles tracinhos típicos da Penalty na gola da camisa. A disposição das listras também segue à risca o original.

Réplica da Puma para a camisa da Penalty de 1995.

E a boa notícia vem agora: se você quiser levar uma dessas basta ter R$95,00 à disposição e clicar aqui. Ela está à venda na loja oficial do Grêmio na internet. 
 
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Mundial de Clubes da FIFA

Com um certo atraso, venho falar agora sobre as camisas dos clubes que disputam a competição este ano, em Abu Dabhi, nos Emirados Árabes Unidos.

Começo pelos donos da casa - que só entraram na disputa justamente por serem os donos da casa.

O Al Ahli Club tem apenas 39 anos de idade e é o atual campeão do país. A tradução literal de seu nome para o português é "O Nacional".

Participou de duas Liga dos Campeões da Ásia. Jamais passou da fase de grupos. O fornecedor de material esportivo - a Adidas - mantém o template lançado na temporada 08/09. Nada demais.

Al Ahli: eliminado no 1º jogo. Foto: Getty Images

O time mais jovem no Mundial é o Auckland City FC, da Nova Zelândia. Com apenas cinco anos, já é tetra-campeão nacional e bi-campeão da Liga dos Campeões da Oceania - o que, convenhamos, não é lá muita coisa.

Ainda ssim, o próprio Clube se considera amador. Até porque a maioria dos jogadores não vive do futebol. Eles exercem outras profissões no dia-a-dia.

O uniforme é assinado pela Nike. É bem simples. E só isso.

Auckland City tem 6 títulos em 5 anos: amador? Foto: Getty Images

Fundado em 1916, o Atlante FC é um dos Clubes mais antigos do México. No currículo, destaque para os três títulos da 1ª divisão nacional e o bi-campeonato da CONCACAF Champions League.

Em 2007 abandonou a Cidade do México e transferiu sua sede para a turística (e paradisíaca) Cancún. A mudança parece estar dando certo.

As camisas são da Atletica - uma empresa mexicana que praticamente domina o mercado do país. Sem diferencial, a camisa do Atlante não se destaca em nada.

Atlante: estréia este ano em Mundiais. Foto: Getty Images

O passado do TP Mazembe, clube com 67 anos de fundação, foi glorioso: quatro finais da Liga dos Campeões da CAF seguidas - feito só igualado em 2008, pelo Al Ahly, do Egito. Foram dois títulos (67 e 68) e os vice-campeonatos em 69 e 70 .

O time foi a base da seleção do Zaire (antigo nome do Congo) que disputou a Copa de 74, na Alemanha. O período de ouro acabou com a Recopa Africana, em 1980.

Este ano, com a conquista do campeonato congolês e da Liga dos Campeões da CAF, revive os momentos de glória, apesar de já estar eliminado do Mundial de Clubes da FIFA.

Usa uniformes da Adidas, que de tão simples se parecem com aqueles jogos de camisas que podem ser comprados em qualquer (grande) loja de material esportivo.

TP Mazembe: tri-campeão africano. Foto: Getty Images

Encerrando a série, falo agora sobre o Pohang Steelers FC, da Coréia do Sul. Aos 36 anos de vida, o Clube tornou-se, em 2009, o primeiro tri-campeão asiático. É ainda tetra-campeão nacional.

Conta com brasileiros no atual elenco - a começar pelo técnico, Sérgio Farias. Além dele, o time tem o atacante Denílson, de 33 anos. Curiosamente, nunca atuou profissionalmente no Brasil.

Os uniformes são da Kappa. A camisa 1 lembra a do Flamengo, mas os detalhes dourados a deixam mais parecida com a do Sport-PE.

Na sexta-feira (11/12) derrotou o TP Mazembe por 2 a 1, de virada, com dois gols de Denílson.

Denílson garante vaga e espera pelo Estudiantes. Foto: Getty Images

É isso. Em breve vou mostrar as camisas que Barcelona-ESP e Estudiantes-ARG vão utilizar no Mundial de Clubes da FIFA. 
 
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FC Girondins de Bordeaux

A fase de grupos da UEFA Champions League terminou nesta quarta-feira. E ao contrário do esperado, a melhor equipe da primeira fase não foi uma das favoritas ao título. A (boa) surpresa vem da França.

 
 
Yoann Gourcuff marca contra o Bayern de Munique. Foto: Uefa.com

O Bordeaux - atual campeão francês - quebrou uma hegemonia de sete temporadas do Lyon. E agora está fazendo bonito na Champions.

Em seis jogos, venceu cinco vezes e empatou apenas uma partida (logo na estréia, contra a Juventus, em Turim). São nove gols marcados e apenas dois gols contra.

O time é treinado pelo ex-zagueiro da seleção francesa e campeão do mundo em 98, Laurent Blanc. Além disso, conta com quatros jogadores brasileiros: o zagueiro Henrique, o volante Fernando, o meia Wendell e o atacante Jussiê.

Jussiê: um dos brasileiros do elenco. Foto: Uefa.com

As camisas do FC Girondins de Bordeaux são confeccionadas pela Puma. A tradicional é a azul marinho, mas curiosamente ela tem sido pouco utilizada na Champions.

O Clube usou em cinco oportunidades o terceiro uniforme, listrado verticalmente em vermelho e branco. Há ainda uma camisa branca - este ano usada somente nas competições nacionais.

 
 Uniforme 2 do Bordeuax

A equipe busca o segundo título internacional. Em 1995 ergueu a taça da Copa Intertoto - extinta em 2008. O vencedor garantia uma vaga na Copa da UEFA - remodelada este ano e rebatizada como UEFA Europa League.

No ano seguinte à conquista da Copa Intertoto, o Bordeaux chegou à final da Copa da Uefa, mas perdeu para o Bayern de Munique.


Seleção da Costa do Marfim

O país é praticamente iniciante em Mundiais. A estréia foi justamente na última edição, em 2006, na Alemanha.

A Costa do Marfim chegou como sensação, mas foi mal. Teve muito azar no sorteio das chaves.

Logo no primeiro jogo, derrota para a Argentina (2 a 1). Na segunda rodada, perderam pelo mesmo placar, para a Holanda.

Despediram-se honrosamente, com vitória por 3 a 2 sobre Sérvia e Montenegro - perdiam por 2 a 0.

Drogba disputa a bola com Heinze, em 2006. Foto: Fifa.com

Os Elefantes - como são conhecidos os jogadores da seleção marfinense - não têm tradição no futebol, nem mesmo na África.

Conquistaram apenas um título: a Copa Africana de Nações, em 1992. No mesmo ano disputaram a Copa das Confederações e terminaram em 4º lugar.

Patrocinados pela Puma, já estão de roupa nova para a disputa de sua segunda Copa do Mundo. E os desenhistas mandaram bem.

Camisas 1 e 2 da Costa do Marfim

O uniforme titular manteve o laranja como cor principal, com detalhes verdes nas mangas e na gola - que continua em "v".

Já o uniforme reserva inovou. Deixou o branco de lado e lançou listras horizontais verdes. O escudo da Federação Marfinense de Futebol também mudou.

Dindane, de roupa nova, durante as eliminatórias africanas. Foto: AFP

A Costa do Marfim tem (poucos) bons jogadores. Destaque para o atacante Didier Drogba, do Chelsea-ING, e o volante Yaya Touré, do Barcelona-ESP. Ambos disputaram a Copa de 2006, assim como o atacante Aruna Dindane, do Lens-FRA.

O campeonato nacional conta com 14 times. O atual campeão é a Associação Esportiva dos Empregados do Comércio Mimosas (ASEC Mimosas, na sigla em francês).

Na África do Sul, em 2010, os Elefantes estarão no Grupo F ao lado de Brasil, Coréia do Norte e Portugal.

Série "Campeões Mundiais": Itália 1934/38

A Itália usou a mesma camisa nas conquistas dos seus dois primeiros mundiais, em 34 como país sede e em 38, na França. Nessa época não era muito comum a mudança dos uniformes, totalmente diferente do que acontece nos dias de hoje.

Tanto no Mundial de 34, quanto no de 38, havia interesses políticos em jogo. O fascismo de Benito Mussolini usou a Copa em seu país como propaganda em seu favor. A suspeita de árbitros pró Itália foi frequente durante toda a competição.
Seleção campeã de 34
A Copa de 34 foi disputada no esquema de mata-mata, direto das oitavas-de-final, com os jogos sendo definidos por sorteio. Dezesseis seleções participaram do torneio: Áustria, Tchecoslováquia, Alemanha, Hungria, Itália, Espanha, Suécia, Suíça, França, Romênia, Bélgica, Holanda, Brasil, Argentina, EUA e Egito.
A Itália goleou os EUA por 7 a 1 e depois empatou com a Espanha por 1 a 1 (empate também na prorrogação). Como naquele tempo não havia disputa por pênaltis, foi preciso realizar um jogo extra. E deu Itália por 1 a 0. Nas semi-finais os italianos venceram a Áustria também por 1 a 0 e decidiram a Copa contra os tchecos. A final foi no Estádio Olímpico de Roma e, após empate por 1 a 1 no tempo normal, os italianos venceram na prorrogação com um gol de Angelo Schiavio.
Camisa italiana nas Copas de 34 e 38
A Copa de 38 realizada na França foi marcada pela tensão. Os conflitos internacionais existentes na época levariam o mundo à primeira grande guerra, pouco tempo depois do torneio. A Áustria foi anexada à Alemanha de Hitler e não participou da competição, pois teve que ceder seus atletas ao time do ditador nazista.
Itália bicampeã em 38






O Mundial foi disputado no mesmo esquema do anterior (mata-mata). Na primeira partida a Itália venceu a Noruega por 2 a 1. Nas quartas-de-final uma curisiodade. A adversária era a França e os italianos teriam que jogar com um uniforme de outra cor, já que a dona da casa também tinha camisas azuis. Os italianos entraram em campo com meiões, calções e camisas pretas, a cor do fascimo.

A camisa italiana do fascimo de 38
O uniforme diferente trouxe sorte e a Itália venceu os franceses por 3 a 1. Na semi-final nova vitória, desta vez contra o Brasil, 2 a 1. A final foi no 19 de junho de 1938, contra a Hungria, vencida pela Itália por 4 a 2.

A seleção de Camarões estreou em Mundiais em 1982, na Espanha. Curiosamente, foi eliminada sem perder uma única partida sequer. Empatou sem gols contra Peru e Polônia, e depois por 1 a 1 contra a Itália (que viria a ser a campeã da Copa!). O fornecedor de material esportivo era a francesa Le Coq Sportif.

O italiano Antognoni e o lendário Roger Milla disputam a bola.

Em 1990, na Itália, agora sobre a tutela da Adidas, voltou a chamar a atenção. Logo no jogo de abertura da Copa venceu a Argentina - então a atual campeã mundial - por 1 a 0 (quem não se lembra de Omam Biyik?). Depois, 2 a 1 sobre a Romênia. Aí veio a primeira derrota: 4 a 0 para a extinta URSS. Mesmo assim foram os primeiros da chave. Os Leões Indomáveis passaram pela Colômbia (2 a 1, na prorrogação) nas oitavas-de-final. Somente a Inglaterra foi capaz de pará-los. Aliás, de forma contestável. Os camaroneses venciam por 2 a 1 até os 38 minutos do 2º tempo quando Lineker empatou cobrando pênalti. E foi justamente Lineker quem marcou o gol da vitória, na prorrogação, novamente em penalidade máxima. 
 

Roger Milla comemora o gol da vitória sobre a Colômbia.

Em 1994, nos EUA, vestidos de Mitre, deram azar. Em um grupo forte, não passaram da primeira fase. Até que começaram bem, empatando com a Suécia (2 a 2), mas perderam por 3 a 0 para o Brasil e foram humilhados pela Rússia (6 a 1, com show de Salenko, que virou artilheiro da Copa, ao lado do búlgaro Stoichkov, com seis gols - sendo cinco somente contra os camaroneses!).

Fair play após goleada: Roger Milla e Oleg Salenko.

Nova decepção em 1998, na França. Empate em 1 a 1 com a Áustria, derrota para a Itália por 3 a 0 e empate em 1 a 1 com o Chile. Foi o último no grupo. Dessa vez, quem assinou os uniformes foi a Puma (que está até hoje).

Camisa da Puma usada por Pierre Womé.
O último Mundial disputado foi em 2002, na Coréia do Sul e no Japão. Causaram polêmica pelo uniforme - originalmente desenhado sem mangas. A Fifa vetou. Então completaram a camisa com mangas pretas. Não fez diferença. De novo, ficaram pelo caminho. Empate em 1 a 1 com a Irlanda, vitória por 1 a 0 sobre a Arábia Saudita e derrota por 3 a 0 para a Alemanha.

Samuel Eto'o em ação, contra a Arábia Saudita: camisa polêmica.

Camarões apareceu no mundo da bola como sensação, mas não tem mais a mesma força de antes. Em cinco participações na história da Copa, acumula 17 jogos, com quatro vitórias, sete empates (!) e seis derrotas. São 15 gols marcados, mas 30 gols contra.

A camisa para a Copa do Mundo na África do Sul está pronta. A Puma caprichou na nova coleção. Achei a camisa muito bonita (mais a titular, nem tanto a reserva). São dignas de um dos maiores jogadores da história do país - Samuel Eto'o - que vai para o seu terceiro mundial.

Camisas 1 e 2 para a Copa do Mundo de 2010

No currículo de Camarões constam quatro títulos da Copa Africana de Nações (1984, 1988, 2000 e 2002). O melhor resultado foi a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Sidney (2000). Foi ainda vice-campeã da Copa das Confederações na França, em 2003 (perdeu a final justamente para os franceses, por 1 a 0). Atualmente ocupa o 11º lugar no ranking de seleções da Fifa.

Na África do Sul, em 2010, os Leões Indomáveis estarão no Grupo E ao lado de Holanda, Dinamarca e Japão (adversários que nunca enfrentou antes em um Mundial).

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Série "Campeões Mundiais": Uruguai, 1930

A primeira Copa do Mundo de Futebol da FIFA aconteceu no Uruguai em 1930. Nove equipes das Américas (Uruguai, Brasil, Argentina, Peru, Paraguai, Chile, Bolívia, EUA e México) e quatro da Europa (Bélgica, França, Romênia e Iuguslávia) participaram do Torneio. As seleções foram dividas em quatro grupos, sendo o Grupo 1 com quatro times e os demais com três. Os donos da casa ficaram no Grupo 3 com Peru e Romênia. A estréia foi contra os peruanos e os uruguaios venceram por 1 a 0. Três dias depois, a Celeste goleou a Romênia por 4 a 0, classificando-se para as semifinais contra a Iuguslávia. A outra semifinal foi entre Argentina e EUA.

Equipe Uruguaia na Copa de 30
O Uruguai foi para a final contra a Argentina goleando os iuguslavos por 6 a 1 (mesmo placar vencido pela Argentina contra os EUA). A finalíssima foi disputada no dia 30 de julho de 1930. O jogo foi vencido pelos Uruguaios por 4 a 2 de virada (estavam perdendo por 2 a 1 no intervalo). Assim, a Celeste Olímpica tornou-se o primeiro país a levantar a taça de campeão mundial.
Camisa da Celeste Olímpica campeã do mundo em 1930 exposta no Museu do Estádio Centenário de Montevidéu.

As camisas dessa época eram bem simples, mas muito estilosas. Detalhe para a cordinha na gola, muito comum naquele período

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Nova camisa reserva da Argentina



Ao que tudo indica, esse deve ser o desenho (e a cor) da nova camisa reserva da Argentina.
Assim como a tradicional, divulgada recentemente, a opção foi seguir o modelo eternizado na Copa de 1986, quando os hermanos conquistaram seu segundo e último caneco, graças aos pés (e às mãos) de Maradona. Na ocasião, o material esportivo era da Le Coq Sportiff, uma marca que muito me agrada pela qualidade histórica de seus modelos. Basicamente, a cor é mais clara do que anterior (que eu achava maravilhosa) e foram retirados alguns excessos, como riscos e detalhes. Ficou bacana.



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